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Sadomasoquismo só em Vênus

Hoje vou deixar a ART de lado, para fazer MANHA…

A questão é a seguinte, ou eu tenho testosterona em excesso, ou essa porra de vida de mulher é plena pratica sadomasoquista disfarçada de vaidade. Confesso que NUNCA vou entender o motivo de tanta tortura… e faço questão de explicar detalhadamente o que acontece!

Quer pintar a unha?
– Não basta passar a merda da tinta colorida e pronto, a manicure tem que tirar bifes da sua cutícula para comer no almoço, e muito mal passado por sinal porque do contrário não sangraria tanto.

Quer ver seu corpo livre de pelos?
– Mesmo eu odiando pelos, essa pratica me irrita pois ela nunca tem fim. Para ajudar temos mais de uma forma de fazer isso, é só você escolher qual dor você suporta mais:

a) Cera quente: o próprio nome já diz, pra começar o barato é quente…mas essa não é a pior parte, só espere quando a depiladora chegar com aquele adesivo fdp tirando pelos dos lugares mais sensíveis do seu corpo. Você ia preferir que lhe dessem um soco!

b) Laminas (gillete): a merda funciona até que você não se corte, ou seja vitima de uma alergia desgraçada que vai encher sua perna de bolinhas vermelhas que coçam e viram feridas depois.

Quer tirar as sobrancelhas?
– Se eu descobrir a filha de uma quenga que inventou de tirar a sobrancelha… EU MATO! De tudo, é o que eu mais odeio. Sabe quando você bate o dedinho do pé na beira da cama? Multiplique isso por cinco. Para esse tipo de tortura também há algumas opções:

a) Pinça: a forma mais clássica de causar dor em uma garota como eu, que por sinal odeia sentir dor. Seus pelos são arrancados um a um sem dó, em um ritmo frenético que não da tempo nem de desistir.

b) Linha: essa dor é como tirar o tampão do dedão do pé, ou ralar o joelho no asfalto. Quase soquei aquela velha que ainda virou pra mim e disse: “nossa como você é mole, assim não vai aguentar ter um filho”…e quem falou pra essa filha da puta que eu quero?

Por fim, ontem experimentei outras dores que quase me tiraram do sério…
Fui toda feliz cortar meu cabelo e refazer as luzes, afinal, ele estava um caos. Mas o detalhe é que meu cabelo é MUITO cacheado e a querida cabeleira quase arrancou meu coro cabeludo por dois motivos:
– Desembaraçou meu cabelo sem molhar ou encher de creme para pentear… o que é um CRIME para cabelos cacheados!
– e para fazer as luzes, minha cabeleira afro descendente foi puxada, mecha por mecha, por uma agulha de crochê que parecia furar meu cérebro…

Vejam imagens da tortura…

Nem eu acreditava que estava tão grande!

um palmo a menos...

Foto ridículaaaaaaaa....pura tortura!

...

Mas no fim valeu a pena!

Felizmente, tudo isso tem um por que……..fazer bonito(inveja) para………….. outras mulheres!
É isso mesmo, não gostamos de admitir, mas já entendemos que os homens não notam bosta nenhuma, e no final, o mais legal é competir com as suas amigas (e inimigas) quem é a mais gostosa!

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Para descontrair: De quem (ou quem) são os tucanos?

Eu e minha mãe acabamos de ter um ataque de riso supremo, beirando a histeria, chegando ao ponto de rolar no chão de rir…quer saber porque? Veja só a conversa de louco:

EU (a principio era um conversa séria): – Jow, fiquei sabendo que dia 1º de maio vai rolar uma apresentação da “Esquadrilha da Fumaça” la no Parque da Cidade. Só não tenho certeza se é a Esquadrilha mesmo, mas lembro  de ter lido que são sete Tucanos. Esse modelo é o deles?

MÃE (começa o absurdo): – Jow, deve ser aqueles que estavam voando aqui perto estes dias… (qdo que a Esquadrilha da Fumaça ia voar em cima do Ivoturucaia???? O bairro não aparece nem no GPS)

JOW (meu irmão psicopata viciado em guerra): – Deve ser eles, são parecidos com os Tucanos… mas acho(ACHO???) que não, a apresentação é só no dia 1º né?!

EU (usando do meu sarcasmo): – Vai ver eles estão ensaiando, ou reconhecendo o lugar, afinal, o céu é TÃO diferente de um lugar para o outro! Deve ser o ar da Serra do Japi (kkkkkkkkk….já chorando de rir) Depois,  é só deixar os tucanos guardados ali nas árvores do parque até o dia 1º.

JOW (doente da cabeça): – Nããão!!!! Eles vão deixar guardado em um submarino igual ao da 2º Guerra Mundial (sempre as malditas guerras) submerso na represa do DAE…se naquele tempo já tinha um desses, imagine agora?

EU: – E agora que o navio (não era submarino?) deve ser do Miguel Haddad, afinal, como dizem por ai TUDO é dele aqui.(kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk)

MÃE (rainha dos insanos, e não do lar!): – É VERDADEEEEE!!!! Os aviões não são dos tucanos? (pausa para rolar no chão rindo histericamente)….

EU (sem palavras com a criatividade): kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…..

JOW: – Cala a boca suas doidas, todo mundo vai ouvir!….

MÃE (ainda encucada com a conversa): – Mas como eles colocavam os aviões lá dentro?

EU: –  Simples mãe, é só colocar um monte de lata velha dentro da outra.

Agora já sei de onde vem minha insanidade…

Obs: Este post não reflete minha posição politica partidaria, é apenas uma charge do cotidiano.

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Algumas verdades sobre mim…

 

Embora por vezes eu pareça extremamente autoconfiante, há verdades sobre mim que não são fáceis de admitir, verdades que me tornam frágeis diante dos paradoxos de minha insana personalidade.

Fui educada por pais sinceros, honestos e muito trabalhadores, mas despolitizados e enraizados no conservadorismo. Cresci ouvindo-os reclamar da “bagunça” feita por Luiz Inácio Lula da Silva, “este ai é um baderneiro que não gosta de trabalhar”… o que consequentemente, marcou minha opinião a respeito deste importante líder social.

Desde criança meu pai insiste em dizer que eu deveria seguir a carreira política, pois logo cedo meu espírito contestador e insatisfeito já não me deixava de boca calada. Às vezes penso que ele (meu pai) esta certo, afinal amo fazer crítica (construtivas! rs.) e sentar em cima dos meus defeitos (pra não dizer rabo!). Sem contar o dom de ser polêmica (sempre abro a boca sem pensar!), falando muitos absurdos.

Mas voltando a minha formação política… A conclusão é que não tive formação política!
Nunca soube da real importância de Marx, Durkheim ou Angel, até que me vi sentada nas aulas de sociologia (o que não chegou perto de ser o suficiente!). Que culpa tenho de ter nascido “rebelde” (sem causa?), mas ter sido transformada em uma conformada (ou alienada?). Minha geração só entende de games e redes sociais. Sabem ler um PDF, mas nem sabem o que é um fanzine!

Na adolescência minha rede social era outra, eu trocava cartas com amigos anarquistas. É isso que você leu, EU TROCAVA CARTAS!…e não tem nada melhor do que a ansiedade por uma resposta, a sensação ao tocar o papel amaçado que andou quilômetros até chegar em casa. Nada melhor do que três folhas de papéis escritas à mão, uma causa para lutar, e a curiosidade em saber quem é aquele por trás da grafia.

Sentia-me como na ditadura… Ia à missa aos domingos, mas trocava correspondências com ateus e outras coisas mais. Sentia-me reprimida, censurada por não poder ser anarquista como meus amigos. Mas o que importa? O que importa a opção política ou religiosa? No final todos queríamos dar vasão à força que explodia em nossos peitos. Queríamos as mesmas coisas, PAZ, JUSTIÇA e LIBERDADE. Mas não havia movimentos estudantis, não havia caras pintadas, então apelávamos para nossas utopias empoeiradas, repetindo um discurso velho e nada pragmático, um pouco altruísta, mas muito irreal.

Sou de uma geração que não faz história, simplesmente senta para ler antigos pensadores e aproveita o que já foi inventado. Não pensa, só repete informações. Vem culturas e tradições morrerem, vem o que resta de humanidade escoar pelo ralo… Mas não se preocupem, no futuro não haverá altruísmo para nos incomodar, compraremos nossos amigos robôs, pois eles serão mais úteis e repletos do conteúdo que nos interessa.  (Afinal, quem vai querer amigos que só fazem reclamações no Twitter e que acham que tudo não passa de uma puta falta de sacanagem???

Enquanto isso vou levando minha vidinha paradoxal, copiando falas do Arnaldo Jabor, mas lendo CAROS AMIGOS todos os meses (De Arbex Jr. a Stedile e Fidel). Votando na direita jundiaiense, mas criticando-a na esperança de uma melhora. Sempre detestei ler sobre política, mas amo ajudar a ONG Voto Consciente. Nunca tive um animal de estimação só meu, mas estou loucamente entusiasmada em trabalhar com a ONG Mata Ciliar. Continuo indo a missa todos os domingos, mas questiono tudo que ouço e reconheço as falhas de minha religião. Nunca li Marx, mas sei o que é assistir pessoas carentes. Odeio preconceito e racismo, mas amo ler Machado de Assis, Graciliano Ramos ou ainda as peripécias da Emília de Monteiro Lobato. Tenho dó dos animais que como. Contradições? Mas porque eu deveria ser coerente? Sou só um ser humano que usa apenas uma parte minúscula do cérebro, algo como 6%?

Sabe qual filosofia sigo?
Aquele do faça você mesmo…

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Rascunhos…

tmlConsequências A população jundiaiense esta feliz e empolgada com os novos empreendimentos imobiliários que tomaram conta da cidade. Programas do governo como “Minha casa, Minha Vida” facilitam a aquisição de imóveis, o que faz crescer o número de compradores (óbvio!). Ótimo! Lindo! Todos merecem (e precisam) de um teto para viver. Eu também desejo isso. O problema é que quando nos damos conta dos problemas decorrentes de construções como as de Jundiaí, já é tarde demais. O engraçado é que “pessoas comuns” (meros mortais!) são barradas ao tentarem construir suas casas próximas das áreas de conservação ambiental, como as de mananciais (acontece muito aqui em Ivoturucaia!), mas quando se trata dos condomínios que estão dominando a nossa cidade ninguém fala nada????????????? Que leis são estas???? Elas só vale para que recebe mais de 10 mil por mês??? Lembremo-nos de alguns fatores negativos que chegam com os novos empreendimentos: 1. Desmatamento 2. Piora a qualidade do ar 3. Construções em áreas de mananciais e rios 4. Perigo de enchentes e desmoronamentos 5. Animais silvestres perdem suas casas e avançam para a cidade 6. Conflito homem x animal 7. Aumento de trânsito Ainda tem mais outra questão, Jundiaí esta se tornando (se já não é?!) uma cidade dormitório, ou seja, as pessoas trabalham em cidades como São Paulo e no fim do dia voltam só para dormir. O que acontece? A cada dia cresce o número de habitantes e a cidade esta sufocante tanto na questão do transporte público, quanto no trânsito em horários de pico que esta INSUPORTÁVEL! Imagine as duas coisas juntas: ônibus lotado + trânsito? Simplesmente levamos duas horas para chegar ao trabalho.

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Sonhar…

 “Sonhar Assim, depois de muito esperar, um dia como qualquer outro decidi triunfar. Decidi não ficar à espera das oportunidades e fui procurá-las. Decidi ver cada problema como a oportunidade de encontrar uma solução. Decidi ver cada noite como um mistério a resolver. E… ver cada dia como a oportunidade de ser feliz. Naquele dia descobri que o meu único rival eram apenas as minhas limitações e que elas são a única e melhor forma de me superar. Descobri que não era o melhor e que talvez nunca o tenha sido. Deixou de me importar quem ganhara ou quem perdera. Agora simplesmente me importa ser melhor que ontem. Aprendi que o difícil não é chegar ao topo, mas sim nunca deixar de subir. Aprendi que o maior sucesso que posso alcançar é o ter direito de chamar a alguém de “amigo”. Descobri que o amor é mais do que uma simples paixão… é uma filosofia de vida. Aprendi de que nada serve ser luz se não for para iluminar também o caminho da humanidade. Aprendi que os sonhos são apenas para transformar em realidade e desde esse dia que não durmo para descansar. Agora apenas durmo para sonhar.” Walt Disney

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Miss Imperfeita

(Texto na Revista do Jornal O Globo)

‘Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!

E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.

Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer NÃO.

Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.

Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora.

Você é, humildemente, uma mulher.

E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.

Tempo para fazer nada.

Tempo para fazer tudo.

Tempo para dançar sozinha na sala.

Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.

Tempo para sumir dois dias com seu amor.

Três dias.

Cinco dias!

Tempo para uma massagem.

Tempo para ver a novela.

Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.

Tempo para fazer um trabalho voluntário.

Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.

Tempo para conhecer outras pessoas.

Voltar a estudar.

Para engravidar.

Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.

Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existir, a que será que se destina?

Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.

Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem…

Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.

Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!

Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.

Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.

Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante’

Martha Medeiros – Jornalista e escritora

PARA TODAS AS MULHERES MARAVILHOSAS QUE TRABALHAM, QUE BATALHAM, QUE LUTAM PARA SER FELIZ!

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Dia Nacional do Fotógrafo (08/01/2011)

Ainda na véspera, me adianto em prestar homenagem a um dos personagens mais importantes da história…o FOTÓGRAFO!
(Sou suspeita para falar, pois AMO fotografia e tudo que é relacionado a ela)

Muitos dos principais acontecimentos históricos passaram pelas lentes dos grandes fotógrafos. Graças a eles não somos alienados de nosso passado e presente,  ainda que a fotografia seja apenas uma parcela da realidade, um ponto de vista específico daquilo que nos cerca.

Obrigada!

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