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“Tô Na Praça” – Intervenção Urbana

Antigamente a praça era um local que servia como ponto de encontro e lazer dos moradores de determinada cidade. La era possível encontrar os amigos, tomar sorvete, ler um livro, encontrar o namorado, comprar balões…

Felizmente, isso ainda acontece em cidades do interior, mas em Jundiaí já virou lenda. O centro fica praticamente vazio depois de determinado horário ou aos fins de semana, e os moradores só sabem reclamar dos mendigos, travestis e prostitutas.

Se esconder atrás das grades de sua própria casa talvez não seja a melhor solução, afinal, quem quer morrer em vida?

No intuito de fazer as pessoas pensarem a respeito dessa realidade, no domingo (02/09), às 9h, faremos uma intervenção na Praça das Rosas (uma praça que não tem nenhuma rosa) para deixar os espaço um pouco mais bonito e receptivo as pessoas que normalmente passam por lá. Tornando-se até um consolo para os aflitos que esperam seus parentes internados no hospital.

Muitas ações foram pensadas, como plantar rosas, pendurar origamis, pintar os bancos com rosas e frases, e colar rosas no ponto de ônibus. Minha tarefa? Conseguir amigos para deixar o ponto de ônibus meeeega lindo! Então gostaria de convidar TODOS os interessados para ajudar.

VAI SER LIIINDO GENTE!

NOSSA INSPIRAÇÃO:

Faremos um piquenique, e quem quiser gravar e fotografar ta mega convidado!!!! =)

 

 

 

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Erros de concordância “eleitoral”

“O público compra opiniões do mesmo modo que compra a carne ou o leite, partindo do princípio de que custa menos fazer isso do que manter uma vaca. É verdade, mas é mais provável que o leite seja aguado.” Novelista e satirista britânico, Samuel Butler influenciou sua época com críticas ferinas. E quando se pensa em crítica cultural em Jundiaí, é preciso ter cautela. Primeiro por culpa da falta de políticas públicas que incentive a participação dos 374.962 jundiaienses, segundo porque crítica, mesmo sendo construtiva, mexe com uma fogueira de vaidades. Mas isso é mera reflexão de uma jornalista cultural em começo de carreira…

Passado uma semana do 1º encontro do Coletivo #CulturaJundiaí, que marcou o princípio da união entre artistas e amantes de artes no geral, agora, inicia-se a luta por Políticas Públicas Culturais que beneficiem toda a cidade. Sob a fala inspiradora do jovem Luis Otávio Ribeiro, da primeira plataforma de financiamento colaborativo de projetos criativos do Brasil, o Catar-se, os participantes saíram com a missão de buscar novas ideias que melhorem o cenário atual, e ainda, levar amigos envolvidos (e apaixonados) para a consolidação do Coletivo #CulturaJundiaí. Em ano de eleição municipal, é preciso ficar atento para que a cultura não se torne parte de um discurso vazio, que atrai a opinião pública com promessas superficiais.

Recordo-me brevemente das respostas (vergonhosas) que alguns candidatos a deputado deram ao jornal Ficha Pública, nas eleições de 2010, quando o assunto foi: “O que você já fez pela cultura?”… Ao invés de rasgar o verbo com minhas opiniões, prefiro questioná-los para que reflitam e me respondam… Criar feriado municipal é cultural? Comemoração do Dia do Trabalhador no sindicato dos metalúrgicos é cultura? Só ser um “incentivador da cultura” é suficiente para que ela se mantenha viva e alcance a todos? Dar meia entrada a idosos em espetáculos culturais, garante a presença deles? Ser diretor do Clube Jundiaiense, Sindicato do Metalúrgico, ou colaborador do Fumas é ter feito algo (significativo) pela cultura jundiaiense? Estacionamento gratuito em frente às bibliotecas é cultura???

É por essas e outras que os artistas e amantes das artes, se vêem cansados de tanta inércia por parte do poder público, e “obrigados” a ter uma nova função na sociedade, a de “Fiscais da Cultura”. Foi pensando nessa nova tarefa, que no último sábado (02), aconteceu o 2ª Sacode! #CulturaJundiaí, um encontro que inspirou as primeiras propostas de ações a serem implantadas na cidade, como o “Programa Municipal de Fomento ao Teatro em Jundiaí”, a criação de um “Atelier Público”, o problema de “Falta de clareza no organograma da Secretária de Cultura”, e outras mais que podem ser conferidas no site do Cidade Democrática. Quem quiser publicar suas ideias, pode conferir as instruções em “Como criar propostas para a #CulturaJundiaí”. É esse o momento de cobrar, questionar, e exigir mudanças!

CIDADONOS ELEIÇÕES!

AGORA VOCÊ DIZ O QUE QUER PARA JUNDIAÍ!

 

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Vitamina C! (Desafio 1)

Até meus 10 anos eu não via o mundo da forma como ele realmente era. Por não ter vizinhos e não poder sair na rua, eu criava meu próprio mundo com papel e canetinhas coloridas, às vezes, usava o kit de massinhas para montar minhas esculturas surrealistas, e outras vezes, as horas eram preenchidas diante da TV. Dancei ballet, mas tive que parar por culpa do pai desempregado. Meus sonhos mudavam constantemente, uma hora queria ser paquita da Xuxa, outra hora, Chiquitita, ou quem sabe, alguma atriz mexicana como da novela “O diário de Daniela”.

Depois dessa idade, meus pais compraram uma chácara, passei a ter vizinhas com quem brincar e compartilhar os sonhos incansáveis, como dos anos em que insistíamos em montar um clubinho para fazer sabe-se lá o que, mas nunca dava certo, pois todo mundo queria mandar. Os anos foram passando, e aos poucos fui descobrindo os meninos, a princípio eram amigos de futebol (sim, eu jogava futebol), depois percebi que a disputa não era pelo gol, mas sim por atenção daquele monte de testosterona escorrendo suor. Mas ai é outra história, pois a adolescência chegou.

Quando criança via a avó materna que fazia pipas coloridas, cheias de franjas. Que costurava cantando, e assobiava cozinhando. As moedinhas de mesada, o dinheirinho enrolado no papel toalha com um doce bilhetinho de “Vovó te ama” (e até hoje felizmente é assim!). Rosquinhas, bolinhos de chuva, pamonha e os doces de goiaba. Via o avô pacato, as vezes fumando, as vezes descascando sua laranja, as vezes sentado na calçada. Sempre olhando os netos meninos, que exploravam a rua, extrapolando cada dia mais o limite imaginário. O avô que descascava a goiaba e tirava os bigatos pra gente não comer. O Avô que até hoje tem seu lugar único e intransferível na mesa, come feijão com farinha e logo depois da refeição, mais uma laranja para evitar o resfriado. Vitamina C!

Via também a madrinha/tia, chamada de Dinha, que sempre mimou a única menina da família, a ponto de conseguir uma afilhada palmeirense em sua homenagem. Madrinha de Batismo, seria de Primeira Eucaristia se pudesse, foi de Crisma, e se Deus quiser, um dia será de Casamento. Da mãe sempre vale a pena lembrar, mas sua importância não cabe em poucas linhas, seu espaço ocupa um capítulo. O pai, por hora prefiro esquecer.

A maior da sala, SEMPRE. Na pré-escola, a boba que deixou a amiga roubar todas as roupas de sua Barbie, e não fez nada. Ensino fundamental, a gordinha de óculos com lentes fundo de garrafa. Desde a segunda série apaixonada por artes e caprichosa nos desenhos. Fiel as amigas que admirava. Auto-estima baixa pelo pretendente que só via as amigas. Nunca tive vergonha da mãe que me buscava todos os dias na escola. Por vezes me sentia “nerd”, pois era a única que adorava apresentar trabalhos pra sala toda.

Passando o olhar por todos esses 22 anos, minhas principais influências positivas foram definitivamente as mulheres da minha vida: Mãe, Avó Materna e Madrinha (irmã da minha mãe). Com o tempo vieram os professores (sem demagogia), e mais a frente, a igreja que junto de minha família me ensinou a ser gente, mostrou que para viver bem é preciso ter altruísmo e força de vontade, fé e esperança, paciência e lealdade, sinceridade e uma boa dose de honestidade.

Mas a vida não é feita de sonhos bons, a influências mais negativas vieram de meu pai, e de supostos amigos que um dia dei valor exacerbado. Vieram das brincadeiras preconceituosas que afetaram minha personalidade, tornando-me mais ansiosa e intolerante. Vieram dos egoístas que me ensinaram que a vida é tudo ou nada, olho por olho e dente por dente, onde os fins justificam os meios. Vieram de tudo aquilo que um dia quis apagar minha luz.

Ao mesmo tempo em que vejo o mundo como um lugar fétido e asqueroso, onde o ser humano é o responsável por toda bagunça e desilusão. Olho pra arte e vejo a salvação de tudo. Vejo que o homem é feito de anjos e demônios, e que com jeitinho esses demônios são dominados, ou melhor, domesticados. Vejo os que têm muito e nada fazem, e ao lado, os que não têm nada e tudo fazem. Vejo um mundo feito de paradoxos. E ainda assim, me permito pensar positivamente.

            Vejo homens e animais carentes de atenção, na mesma proporção.

Olho para o espelho e vejo um ser humano hibrido demais. Alguém em constante transformação, que é bombardeado de informação e se perde no mundo dos sonhos. Vejo alguém forte, que quer brigar, quer lutar, quer conquistar. Quer um lugar ao sol, um cafuné e portas-retratos com fotos dos futuros netos.

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“Mostra 10 dias de arte”

Junte em um caldeirão música, dança, teatro e poesia. Adicione cabeças pensantes e algumas gotas de muito bom gosto. Eis a receita certa do acolhedor Ateliê Casarão, que há quatro anos vem atuando em Jundiaí. Não é difícil entrar no Casarão e ver jovens empolgados falando de arte, a cozinha movimentada e dois dos pequenos cômodos da casa, utilizados como sala de aula, lotados com alunos de todas as idades. O espaço foi criado pelo ator e poeta, Claudio Albuquerque, para incentivar a produção artística da região.
E a programação para 2012 começou fervilhando, além do aniversário de quatro anos, de 02 a 12 de fevereiro – última semana de férias – vai ocorrer a “4ª Mostra 10 Dias de Arte”. A proposta é fazer uma retrospectiva das apresentações que passaram pelo Casarão em 2011, dando uma nova oportunidade para o público que perdeu. Nesta edição participarão oito grupos parceiros, sendo eles o Mixórdia, Grupo FANS, Cia. Tão Distante, Cia. na Ponta da Língua, Grupo Água Fria, Cia. Quanta, Cia. Solo, o projeto Tambores de Inkice, e os trabalhos realizados nas oficinas de dança e teatro do próprio Casarão.
Para encerrar a mostra, o “41º Sarau dos Arteiros” terá sua edição especial de aniversário mas, desta vez, a festa acontecerá no teatro Glória Rocha, á partir das 19h. Uma noite de muita música, palhaçada, poesia, dança e uma competição teatral entre os incentivadores do espaço, disputando o 2º troféu CASARIL de incentivo a arte e arteiragem.
Durante os outros nove dias, a maioria das apresentações começarão às 20h e os ingressos custam apenas R$ 8 por noite, as vagas são limitas, por isso reserve seu ingresso com antecedência pelo telefone (11) 6852-3849. Quem quiser saber mais sobre o espaço, o Ateliê Casarão tem perfil no Facebook e um blog com a programação mensal (www.ateliecasarao.blogspot.com). O espaço fica na Rua Doutor Almeida, N. 265, centro, Jundiaí/SP.

Programação
Dia 02 (Quinta)
ABERTURA OFICIAL DA 4º MOSTRA
“ Se as paredes dessa casa falassem! ”
Venha conhecer, recordar e fazer parte dessa história !
Festa em comemoração aos 4 anos de atividade do Ateliê e Casarão.
Projeção de fotos, fatos e curiosidades dessa trajetória, acompanhada a
queijo e vinho. Aberto ao público.
Inicio às 20h Entrada Gratuita

Dia 03 (Sexta)
“NO INTERIOR DO IMPROVISO”. Grupo Mixórdia
Muito improviso e jogo cênico com os atores do Grupo Mixórdia.
Sessão às 20h Capacidade: 25 lugares

Dia 04 (Sábado)
“12º CLOWNTIDIANO” do Ateliê Casarão
Neste décimo segundo encontro de Palhaços em prol da arte do riso cotidiano, haverá participação dos Grupos FANS e Cia. Tão Distante.
Sessão às 20h Capacidade: 25 lugares

Dia 05 (Domingo).
“HISTORIA DE JOÃO E OUTROS CONTOS” com a Cia. na Ponta da Língua
A história inusitada e divertida da saga de 3 João diferentes que vão dos trapos a plumas da noite pro dia.
Sessão às 20h Capacidade: 25 lugares

“RE – FLUXUS” Criação Coletiva
Trabalho de finalização da 15ª Oficina Provocando com Arte 2011.
Sessão às 20h Capacidade: 15 pessoas

Dia 06 (Segunda)
“AGRESTE” de Newton Moreno
Palavras, aromas, sons, cores… Leitura vivencial do texto vencedor do Premio Shell.
Sessão às 20h Capacidade: 13 lugares

Dia 07 (Terça)
“GLASS”
Performance inspirada pelos impulsos da obra do musico minimalista Philip Glass, resultado da 16ª Oficina Provocando com Arte.
Sessão às 20h Capacidade: 10 lugares

Dia 08 (Quarta)
“ABAJUR LILÁS” com Grupo Teatral Água Fria – Cajamar
Encenação do clássico marginal do grande dramaturgo Brasileiro Plínio Marcos.
Sessão às 20h Capacidade: 20 lugares

Dia 09 (Quinta)
“EU, VOCE E OUTROS TUS.”. Cia. Quanta de Teatro – Rio Claro
A Cia. Quanta de Teatro apresenta a remontagem do premiado trabalho “Brainstorm”, baseado no texto de Clarice Lispector.
Sessão às 20h Capacidade: 20 lugares

Dia 10 (Sexta)
“O TESTEMUNHO” de Marcos César Duarte
A Cia. Solo apresenta a historia de um homem cercado por vaidades e ambições e que, depois de uma transformação, descobre sua libertação tornado-se um pregador da palavra divina.
Sessão às 20h Capacidade: 20 pessoas

Dia 11 (sábado)
Show “DA AFRICA À PERNAMBUCO”.
Show do projeto Tambores de Inkice, coordenado pelo musico Kleber Moura com convidados.
Sessão às 20h Capacidade: 80 lugares.

Dia 12 (Domingo) – Fechamento da Mostra na Sala Glória.
“41º SARAU DOS ARTEIROS”
Edição de comemoração dos 4 anos de atividade do Ateliê Casarão.
Inicio: às 19:00 Capacidade: 300 lugares. Local: Sala Gloria Rocha.

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Arteiragem – Part I

Passos ligeiros cheios de jingado, quando a “Véia do Bambu” ou o Lampião entram em cena, o público fica vidrado. Não é difícil ver rostos perplexos tentando adivinhar de onde vêm tantas histórias e a habilidosa expressão corporal do artista brincante, que ali apresenta Pernambuco em Quatro atos.

Quem não conhece a vida de Claudio Alencar, mais conhecido em Jundiaí como Claudio Albuquerque, fica a supor que tal peça nasceu de estudos acadêmicos, baseados em livros de autores consagrados ou grandes pesquisadores do Nordeste brasileiro. Mas ledo engano de quem achar que é só isso.

Nascido em 13 de julho de 1977, no bairro do Limão em São Paulo, Claudio Pereira de Albuquerque é filho de Valdeci Henrique Albuquerque e Luzinete Pereira de Souza. Primos que saíram da Paraíba e acabaram se encontrando na capital paulista.

Quando o garoto tinha apenas sete anos, por culpa da profissão de seu pai como comerciante de figurinha, sua família saiu de São Paulo e se mudou para a cidade de Campina Grande na Paraíba. Depois de um ano seguiram para Recife/PE, local onde o pequeno arteiro passou toda a adolescência e o começo da juventude. Mas foi no quarto ano da faculdade de engenharia mecânica que seus pais mais uma vez tiveram de partir para outra cidade, Claudio sabia que não daria certo morar sozinho, e assim, depois de treze anos em Recife se mudaram para Salvador/BA.

A arte como profissão

Em Recife, Claudio conviveu com o Maracatu e o Cavalo Marinho, mas nunca os vira como expressões artísticas. Por vezes sentiu vergonha do avô Ananias Alencar, comerciante de doces que saía vestido de palhaço nos carnavais paraibano. A arte chegou à sua vida como uma brincadeira, os folguedos eram apenas momentos de diversão onde podia encontrar os amigos, fazer um “Auê” e ir atrás das meninas.

Mas foi durante os oito anos em que viveu em Salvador que seu amor pelas artes começou a tomar uma dimensão real e palpável. Através do curso de teatro oferecido pela Secretaria de Cultura, Claudio passou a desenvolver suas habilidades como ator. Segundo ele o teatro talvez tenha sido sua única opção, por se tratar de uma arte barata. No fundo, sua paixão sempre foi à poesia, o cinema e as artes plásticas.

Ao voltar para as terras paulistas, em São Bernardo do Campo conseguiu o registro como ator, passando a se chamar Claudio Alencar em homenagem ao avô Nemias Alencar. Nome este que infelizmente, por questões burocráticas, não pode manter quando passou a desenvolver seus projetos com cultura popular na cidade de Jundiaí.

Continua…

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Retratos de Jundiaí – edição 2012

Art&Manhas

Acho que vou concorrer com essa! =D

Bom, acho que eu nunca falei aqui no blog daquilo que mais amo?!
Então vamos lá…

O post de hoje é sobre um concurso de fotografia que vem rolando em Jundiaí.
Já imaginou sua foto em 300 exemplares de calendários a serem distribuidos na cidade em 2012????

Organizado pela Soapha (Associação Amigos da Preservação do PAtrimônio), a proposta do concurso é mostrar a cidade por diversos ângulos, valorizando cada canto,  e segundo a entrevista dada para o jornal Bom Dia, Anna Luiza Fagundes, membro do Soapha, “não adianta ser uma imagem qualquer, ela tem que ter representatividade na cidade”, então chegou a hora de soltar a criatividade e  começar a notar o quanto Jundiaí é rica em história e beleza!

As incrições estarão abertas até o próximo dia 08 de agosto,  e das 12 escolhidas, o 1º lugar vai estampar a capa do calendário 2012. Cada candidato pode concorrer com 3 fotos (somente na horizontal). As  fotos selecionadas também  farão parte de uma exposição a ser realizada no Gabinete de Leitura Rui Barbosa em agosto. Quem quiser saber detalhes do regulamento,  deve se dirigir até a Foto Imagem que fica na rua 11 de junho, 142, centro.

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