Vegano com orgulho

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Na tarde de ontem, mais de cinquenta pessoas estiveram presentes na manifestação contra a matança das capivaras em Campinas. A imprensa local fez a cobertura, o assunto gerou polêmica na cidade e os manifestantes queriam falar diante das câmeras.

Quase que imperceptíveis pelo “silêncio”, ou melhor, pela discrição, entre os degraus em frente à prefeitura pude notar alguns jovens… Escreviam suas frases de impacto, spray nas mãos, lonas amarelas estendidas no chão e os pés descalços, pois os sapatos ajudavam a evitar que a futura faixa de protesto voasse.

Em toda questão há dois lados, o politicamente correto e aquele que incomoda, de tão realista que é. Defender as capivaras dando entrevista para jornal é uma luta politicamente correta. Dobrar o joelhos no chão e escrever cartazes é realista. Mas o realismo incomoda, ele é capaz de espantar o comodismo, a alienação e o egoísmo.

Se o jovem se aborrece com a sociedade e decide viver isolado em seu quarto, ele é chamado de vagabundo. Se ele resolve arregaçar as mangas e lutar com todas as suas forças, ele é chamado de baderneiro. O que fazer?

Em Campinas os jovens veganos, e ativistas independentes, decidiram se unir e “botar pra quebrar”, o conservadorismo dos abaixo-assinados não resolve. Tem que sair e gritar nas ruas o que há de errado. Protestar. Panfletar. Se expressar através de roupas, apitos e gritos.

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Filed under Meio Ambiente

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